Sou a favor das greves. É um direito que assiste a quem trabalha. Não estando na posse dos elementos que levam os trabalhadores do Metro do Porto a contestar, quer-me parecer que a forma encontrada para impedir os protestos não é a mais justa. Segundo revela o Sol, são no total 40 os maquinistas ao serviço do “carro electrico”. Devido aos serviços mínimos, 35 foram obrigados a trabalhar. Cada um que tire as suas conclusões.


