Tive um amigo de Cabo Verde, há uns anos, que se passava completamente com a Mariah Carey. Na altura era (quase) novidade, e até eu o perdoava por tal devaneio. “N” anos depois, foram-se as grandes músicas – ela – que aquela voz tanto merecia. Foi pelo mais fácil. Merchandising. Sendo mauzinho, também pode ser interpretado como “carne branca”. Ou então é o pavor das feministas.



