Vim e fiquei em Bragança. Jantei bem, num restaurante quase vazio. Ao balcão, 4 simpáticos desviam o meu aborrecimento, apesar do suculento naco à minha frente. Falam de acidentes. De mortes. De malta amiga que morreu no IP4. “Ainda ontem falei com ela às 11 da noite”, dizia um deles. Estas mortes raramente aparecem no jornal, excepto se acontecerem nos arredores do Porto ou Lisboa. Ou se um acidente, ou incêndio, apanhar desprevenido o local preferido do mecenas X ou Y.
* minto. A Bragança se chega muito bem. É “só” atrás do sol posto. Vimioso, Vinhais e Torre D. Chama é que ficam no verdadeiro, the one and only, no respectivo e himself, “olho do cu”.



Conheço essas bandas de Vinhais e arredores. Mas não se diz olho, que isso é feio: diz-se no cu de judas, acho eu…
tá bem… no “behind”…
Bragança é no olho do cu???
Experimenta ir a Abrantes, isso sim é na cona da tia… ou no olho do cu… ou mesmo no caralho…